
Charge do Benett…
Fevereiro 1, 2008
Terceiro setor emprega 2,5% da mão-de-obra do país
Janeiro 31, 2008O terceiro setor já emprega 4,5 milhões de pessoas, 2,5% da mão-de-obra do país. O número de vagas cresceu duas vezes mais que a média geral do país nos últimos anos.
O termo terceiro setor é usado para definir várias organizações sem vínculos diretos com o primeiro setor, que é o estado, e com o segundo setor, que são as empresas privadas. Quem trabalha na área gosta de dizer que não tem um produto para oferecer, e sim algo a ser modificado.
“Eu gosto de definir o terceiro setor como uma área intermediária de atuação entre o estado, o mercado e a própria comunidade. O que ele é pra mim? É um conjunto de relações sociais”, explica Eloísa Helena de Souza Cabral, doutora em ciências sociais.
Engana-se quem acha que o terceiro setor é feito só de voluntários; já é possível projetar uma carreira dentro dele. “Uma instituição do terceiro setor tem um conjunto de profissionais, que têm que tomar conta profissionalmente da gestão”, diz Eloísa.
É aí que entra um número grande de pessoas, que têm encontrado emprego nas mais diversas áreas – como Educação, Meio Ambiente, Marketing, Relações Públicas e Contabilidade.
Uma ONG de João Pessoa que defende os direitos da mulher reúne funcionários contratados, voluntários e colaboradores; a organização já tem 18 anos e começou com cinco funcionários; hoje, tem 14. Os salários lá variam de R$ 1 mil a R$ 3.500. “Nossos voluntários ficam mais na ação de monitoramento, de avaliação do nosso trabalho. Nós que somos profissionais assalariadas temos responsabilidades cotidianas com a entidade”, explica Gilberta Soares, psicóloga e fundadora da ONG.
Os funcionários assalariados também organizam a rede de parcerias da ONG. “Nós temos sempre trabalhado no sentido de ampliar as parcerias com órgãos governamentais, com empresas e com outras organizações, no sentido de angariar apoios e voluntariado para o trabalho da ONG”, diz Gilberta.
Ana Cristina Barbosa de Lima é jornalista profissional, contratada pela ONG. “Trabalhar com movimentos sociais me deu novas perspectivas; eu desenvolvi outras habilidades dentro da área de comunicação. Foi bastante importante para mim, hoje eu não me vejo mais como um jornalista essencialmente técnica”, conta.
Em geral, o trabalho no terceiro setor vai além de simplesmente bater o cartão, como sabe bem Márcia Regina Gonçalves. Durante 30 anos, ela trabalhou como administradora e contabilista na iniciativa privada e poder público. Em 1999, ela tinha um salário de R$ 4 mil. Foi quando decidiu trabalhar por conta própria: recebeu um convite pra ser voluntária num asilo por um ano, trabalhando como consultora administrativa.
De lá para cá, já se passaram quase seis – e ela continua no asilo, hoje como gerente financeira contratada. “Acredito que o que eu recebo hoje talvez seja maior do o que eu recebia antes; eu continuo a minha vida, e de uma forma muito mais serena e feliz”, diz Márcia.
Checando as ONGs
Entre as dicas para saber se a organização é séria estão: pesquise na internet – existem vários organismos e sites que indicam se a organização é eficiente; veja se a ONG está aberta há vários anos – resistir ao tempo pode ser um bom sinal; confira quem são os parceiros da organização – convênios com instituições renomadas são uma boa indicação de que o trabalho é sério.
“Se você está pensando em ficar rico, não é o setor mais indicado. Agora, se você está pensando em conseguir um retorno daquilo que você projeta e passar por experiências que você quer realizar, esse é um setor aberto a experimentações”, garante Eloísa Cabral.

Como blogs e redes sociais podem colocar a empresa na era da colaboração…
Janeiro 30, 2008Olá…
O link abaixo dá acesso a uma matéria interessante sobre a web 2.0 e suas potencialidades como instrumento que pode trazer maior colaboração nas e entre empresas.
http://info.abril.com.br/corporate/edicoes/44/conteudo_231962.shtml
Abraços.

Falta de informação afeta imagem de ONGs
Janeiro 29, 200828/01/08
Rodrigo Zavala
Da RedeGife On Line
Nos últimos dias, denúncias realizadas por jornais e revistas do país têm deixado uma imagem desconfortável sobre a atuação das organizações não-governamentais no Brasil. As reportagens apontam que o governo repassa quase R$ 3 bilhões de reais a ONGs – sem fiscalização adequada -, ligadas a parlamentares ou a seus aliados políticos e doadores de campanha.
Segundo especialistas em terceiro setor, as acusações podem levar a um erro de interpretação simples: não se tem controle sobre o que as ONGs fazem com os recursos que recebem. No entanto, idéias como essas são refutadas por organizações como a Associação Brasileira de Organizações Não-Governamentais (Abong), o GIFE e profissionais ligados à área jurídica do setor.
Aos moldes do que aconteceu com a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), que investiga o suposto mau uso do dinheiro público repassado a variadas ONGs desde 2001, as acusações deixam dúvidas sobre qual é o real foco do problema: o mau comportamento de organizações ligadas ao governo (em muitos casos, criadas pelos próprios parlamentares) e a respectiva falta de prestação de contas, ou o trabalho realizado pela universalidade de ONGs que atuam no país?
Um exemplo disso foi a entrevista realizada pela rádio CBN, na manhã de hoje (28/01), com o consultor de Economia da ONG Contas Abertas, Castelo Branco. Conhecedor do tema, o especialista mostrou que há formas de controlar para onde vai o dinheiro, quando parlamentares fazem emendas no orçamento beneficiando ONGs.
Um exemplo é a chamada Modalidade 50 do Orçamento, que descrimina todas as transferências feitas por parlamentares a organizações de origem privadas (ONGs, sindicatos, partidos políticos etc).
Para Castelo Branco, o problema central está na hora do parlamentar selecionar a ONG para receber o benefício. “A gente precisa separar o joio do trigo [...]. Mas isso (a duvidosa relação entre Estado e ONGs) não é novo. Na década de 1980, por exemplo, os chamados anões do orçamento, já faziam isso (usar organizações para desviar dinheiro público)”.
No entanto, faltou na entrevista uma dado importante. Ao comentar as reportagens realizadas pelo jornal carioca O Globo, nas edições de ontem (27/01) e de hoje, Castelo Branco fez referência ao boom de organizações sociais de origem privada – “a quem use o número de 500 mil ONGs”, chegou a dizer – nas últimas duas décadas e, por essa razão é mais difícil para o governo controlar os repasses.
O que não foi dito é que o governo tem convênio com apenas 7.760 entidades, que englobam desde o Instituto Butantan, em São Paulo, até a ONG Phoenix Auto-estima, no Rio de Janeiro. A organização carioca, segundo apurou o jornal O Globo, funciona em um escritório de luxo, na Barra da Tijuca, e pertence ao deputado federal Manoel Ferreira (PTB), o mesmo que a contemplou com uma emenda de R$ 1 milhão. “Segundo Ferreira, ela funcionaria em Magalhães Bastos”, publicou o jornal, referindo-se ao pequeno bairro de classe baixa na Zona Oeste da cidade.
Mesmo na reportagem do O Globo, essa informação aparece no meio do texto, depois das constatações bastante críticas do senador Raimundo Colombo (DEM-SC) sobre o terceiro setor, dizendo que “a fiscalização das ONGs é precária”. Resta saber sobre quais entidades ele se referiu.
Mais controversa foi a entrevista concedida pelo ex-ministro da Economia e conselheiro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Antônio Delfim Neto, à emissora Bandeirantes. “O Brasil é o único país onde as ONGs são patrocinadas pelo governo”, afirmou, tal como foi atribuído pela revista Veja, edição 2044.
A afirmação é contestada por um estudo realizado pela reconhecida Universidade John Hopkins (EUA), em 34 países. O levantamento, de 2003, comparou a origem dos recursos destinados a organizações sem fins lucrativos, realizado pelo Estado e pelo setor privado nos cinco continentes. Só no Reino Unido, o percentual é de 46,7%, na Argentina, 19,5%.
Foco da CPI – Na opinião dos membros da Abong sobre a CPI das ONGs, publicada no site da associação, é preciso foco. “O que deve estar no centro da questão é a lisura, a transparência e a correção no trato com o dinheiro público, por quem quer que o acesse. E, junto a isso, traduzir um debate amplo sobre democratização e transparência no acesso a recursos públicos nas suas mais diversas formas possíveis, uma vez que o dinheiro público pertence a toda a sociedade, e não a governos e partidos”, apresenta o artigo.
Outros são mais críticos, como o advogado, especialista em terceiro setor, Eduardo Szazi: “A instalação é uma iniciativa política para fustigar o governo e não para trazer melhoria no relacionamento público-privado na área social”, afirma ”
Ademais, para infelicidade do setor, o nome da CPI, pela sua amplitude, coloca em dúvida a reputação do setor sem fins lucrativos que notoriamente tem contribuído para a construção de um país social e ambientalmente sustentável e economicamente justo”, critica.
Para o secretário-geral do GIFE, Fernando Rossetti, os casos investigados não devem ser encarados como regra, já que não refletem o diverso trabalho realizado pelas organizações sociais. “O corruptor nesse caso é o Estado, que criou canais para que isso ocorresse”, critica.
O Estado, na visão de Rossetti, deve criar regras e acordos de como prestar contas de maneira mais transparente possível, porém, sem dificultar o trabalho das organizações sociais. “Quando o Estado se mete a controlar, ele burocratiza o sistema. Isso poderia trazer conseqüências para o trabalho de pequenas entidades, que se tornariam inviáveis sem um amplo respaldo jurídico”, afirmou.

A Bagunça agora é a chave do sucesso !?!?!?
Janeiro 28, 2008

Dicas de Pesquisas utilizando o Google…
Janeiro 27, 2008Olá…
Navegando pela web cheguei ao site da Infowester e encontrei diversas dicas de aprimoramentos para se realizar pesquisas através do Google.
O link abaixo dá acesso ao texto com as dicas. Muito útil !!!
http://www.infowester.com/dicasgoogle.php
Abraços.

Dica de Site 2
Janeiro 27, 2008Olá…
O link abaixo é outro site interessante que traz diversas informações sobre a área contábil e tabém é muito útil no dia-a-dia da atividade contábil.
Vale adicionar aos favoritos.
http://www.sitecontabil.com.br/
Abraços.

Dica de Site 1
Janeiro 27, 2008Olá…
O link abaixo é de um site muito interessante que traz diversas ferramentas úteis ao dia-a-dia dos contadores e estudantes de contabilidade. Algumas das ferramentas são pagas e outras gratuítas. Um destaque é a ferramenta DEBIT CAIXA, um programa de Fluxo de Caixa totalmente on line para quem quiser controlar, pelo caixa, suas finanças.
Explorem o site !!! Tem muita coisa interessante !!!
Abraços.

A nova Lei Contábil e o ensino da contabilidade
Janeiro 25, 2008Após sete anos de tramitação no Congresso, foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva a nova Lei Contábil, que atualiza a Lei 6404/76 e insere a contabilidade brasileira nos padrões internacionais, o que deve facilitar a entrada de investimentos estrangeiros no Brasil.
Para Adriana Dias, coordenadora do Comitê de Conhecimento da Trevisan Outsourcing e professora da Trevisan Escola de Negócios, com a padronização das regras com o mercado internacional, as alterações dos critérios de registro e avaliação dos ativos e passivos das sociedades anônimas brasileiras pelo valor atribuído pelo mercado, garante mais realismo na análise das condições de solvência das companhias. Também a adoção da demonstração de fluxo de caixa e de valor adicionado traz significativas mudanças para o ensino da contabilidade. “As IES (Instituições de Ensino Superior), através do colegiado do curso de Ciências Contábeis, deverão adequar os conteúdos das disciplinas ministradas nos mesmos, assim como obrigará estas a desenvolverem atividades de atualização dos graduandos matriculados, pois a nova legislação afeta significativamente a atuação do futuro profissional de contabilidade”.
“O profissional de contabilidade deve estar sempre atualizado com as novas exigências do mercado e conhecer a nova Lei Contábil 11.638/07 que atualiza a Lei 6404/76. Cabe as Instituições de Ensino Superior adequar seus conteúdos ministrados nos cursos de Ciências Contábeis para atender a nova legislação, que terá grande impacto nas sociedades de grande porte”, diz Luciana Massaro Onusic, coordenadora do Curso de Ciências Contábeis da Trevisan Escola de Negócios.

Profissional com pós ganha 1,8 mil a mais no Brasil
Janeiro 24, 2008Marina Rosenfeld
Karina Costa (colaboração)
Do site do Gilberto Dimenstein
Uma pesquisa recém divulgada revela que um profissional brasileiro que faz pós-graduação ganha em média R$ 1,8 mil a mais do que quem só tem graduação. Realizado pela empresa de consultoria IP2 Outsourcing, o estudo mostra que o rendimento mensal médio de um profissional com pós, MBA ou especialização é de R$ 4.570 contra R$ 2.757 de um com apenas graduação.
Um trabalhador com mestrado ganha, em média, R$ 5.510 e com doutorado, R$ 5.647. Já profissionais com formação até os ensinos fundamental e média recebem R$ 1.218 e R$ 1.776 respectivamente.
O levantamento ouviu 526 pessoas, que fazem parte das classes A1 e A2 (com renda familiar superior a R$ 6.563,73). Desse universo, 64% possuem especialização, MBA ou pós. O estudo mostra ainda que apenas 7% da elite brasileira está desempregada, contra 8,5% da média nacional.

